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Fortes Vitrificados

Forte vitrificado é o nome dado à estruturas encontradas ao redor da Europa (França,  Hungria, Escócia e Irlanda), formadas por pedras que sofreram vitrificação. Normalmente se situam no topo de montes, em lugares com boas posições defensivas. Seus muros variam em tamanho, com alguns alcançando mais de 3 metros de altura.

Não há vestígio de uso de cimento nas paredes, e elas continuam de pé pela fusão das pedras que as formam. Essa fusão também varia de forte para forte, com alguns deles apresentando rochas apenas parcialmente fundidas, e outros com rochas completamente ligadas pela fusão.

A parte que mais intriga os arqueólogos é o fato de o processo de vitrificação usado nesses fortes ser tão difícil de ser alcançado (temperaturas altíssimas precisariam ser mantidas para que ele ocorresse), e aparentemente não ter função nenhuma, já que ele acaba enfraquecendo a estrutura. A maioria dos pesquisadores concorda que os fortes vitrificados são produto de destruição deliberada, devido à captura do forte ou abandono ao final de sua atividade.


Outra teoria para explicar seu surgimento cita explosões solares como as responsáveis, que lançam grandes quantidades de energia na atmosfera terrestre, ionizando uma massa de gás que atinge essas pedras, o que poderia criar as temperaturas necessárias para a vitrificação.
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Os descobridores da América

Atualmente, a história aceita que Colombo descobriu a América durante as grandes navegações, mais precisamente em 1492, quando o genovês desembarcou nas ilhas da América Central, em algum lugar das Bahamas.

Apesar disso, ainda existem muitas teorias que questionam se realmente Colombo foi o primeiro navegador a "descobrir" as terras americanas, e são apontados diversos candidatos que possivelmente podem tomar seu lugar.







 3  A Ordem dos Templários



A Ordem dos Templários foi dissolvida no século 14, acusados de heresia, e supostamente, enquanto fugiam da perseguição, alguns membros fugiram para a Escócia, onde receberam a ajuda de Harry Sinclair, príncipe das ilhas Órcades, que em 1398, liderou uma expedição para o Novo Mundo através de velhas rotas marítimas dos vikings. Doze navios levaram Sinclair e uma centena de templários até a Nova Escócia, onde eles alegadamente esconderam seu tesouro.

Essa teoria se apoia em alguns achados arqueológicos, como a imagem de um cavaleiro medieval gravada em uma pedra, uma antiga torre com arquitetura europeia, além das ruínas de um castelo, um canhão, e uma muralha de pedra.

 2  Japoneses


O povo Zuni, do Novo México, pode ser considerados no mínimo curioso. Apesar de estarem naquela região há alguns séculos, eles apresentam algumas diferenças quando comparados com as tribos eu seu redor, como a língua, a cultura, e o DNA. Na verdade, eles têm muito mais em comum com os japoneses, como semelhanças na linguagem, na cultura, e nas atividades religiosas. Eles até apresentam relação genética, incluindo uma rara doença nos rins.

A antropóloga Nancy Yaw Davis sugeriu que esse povo é uma prova de uma influência japonesa pré-Colombiana na América. Ela teorizou que no Japão medieval, desastres naturais e mudanças na estrutura social levaram navegadores insatisfeitos a abandonar o país e procurar uma nova casa.

 1  Polinésios


Antes mesmo de Colombo desembarcar na América, de alguma maneira os polinésios já tinham acesso à batatas-doces, que são nativas da América do Sul. Essa planta só pode se reproduzia através de brotos, então é muito difícil que ela tenha sido transportada até a Polinésia sem nenhuma interferência humana. É possível que os polinésios tenham colhido as batatas na costa do Peru, ou que os peruanos tenham levado a planta até a Polinésia. De qualquer maneira, seria muito difícil manter os brotos frescos durante essa longa viagem, então provavelmente o Havaí foi usado como uma parada no meio do caminho. Além disso, a palavra para batata-doce é muito semelhante na língua Maori e na língua Peruana - kumara e kumar, respectivamente.

Fonte: Listverse
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As pimentas mais fortes

Pimenta é um nome dado a um grupo de plantas e seus frutos, geralmente de sabor picante. Desde sua introdução ao continente europeu por Cristovão Colombo, que as trouxe depois de sua primeira jornada no novo mundo, as pimentas se espalharam rapidamente, e seu cultivo tornou-se mundialmente famoso.

Seu sabor picante é resultado de uma substância natural chamada capsaicina, produzida nas glândulas da placenta da fruta. Apesar de não produzirem a capsaicina, as sementes acabam a absorvendo devido à sua proximidade com a placenta.
 5  Bhut Jolokia


Também conhecida como pimenta fantasma (ghost pepper), é uma planta híbrida cultivada em alguns estados da Índia. O nome Bhut Jolokia vem da tribo Bhutia, que costumava plantar e vender essa pimenta.

Em 2007, o Guiness confirmou a Bhut Jolokia como sendo a pimenta mais forte do mundo, com cerca de 1 milhão SHUs (Scoville Heat Units), dependendo da planta e do clima.

 4  Infinity Chilli


A Infinity chilli é uma pimenta criada pelo inglês Nick Woods da Fire Foods. Durante duas semanas em fevereiro de 2011, a Infinity roubou o lugar da Bhut Jolokia e se tornou a pimenta mais pungente do mundo, com 20 mil SHUs a mais que a anterior.

 3  Naga Viper


Assim como a Infinity, essa pimenta também foi criada na Inglaterra, mas devido à sua natureza híbrida (produzida da junção de outras três espécies), a Naga é muito instável, e por isso, a variedade ainda precisa ser estabilizada.

Também figurou no ranking de pimenta mais forte por um curto período de tempo em 2011, quando alcançou a marca de 1,3 milhões de SHUs.

 2  Trinidad Moruga Scorpion


Nativa do distrito de Moruga, em Trinidad e Tobago, a Scorpion é conhecida por seu gosto diferenciado, descrito como doce, quase como uma fruta, que faz uma combinação curiosa de quente-doce.

Foi eleita em 2012 como a pimenta mais forte do mundo, chegando a marcar 2 milhões de SHUs em algumas plantas.

 1  Carolina Reaper


Criada por uma empresa da Carolina do Sul, a Reaper é atualmente considerada a pimenta mais forte do mundo pelo Guiness, com algumas de suas plantas marcando picos de 2,2 milhões de SHUs.
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